O infinito é apenas o finito que o homem não conhece o seu fim.

 Desde que o homem aprendeu a pensar, poucos conceitos perturbaram tanto o seu espírito quanto o infinito. Um exemplo simples são os números inteiros: 1, 2, 3, 4, 5... e assim por diante. Deste modo quando encontrava um número grande, com apenas um zero ele já se tornava maior.
  Desde o início do século XX, o alemão Georg Cantor,( aquele que colocou o infinito no bolso), por ele somos submetidos a aceitar essa tese até os dias atuais. E deste modo, levaremos essa opinião muito mais além.
  Os números não possuem fim, o universo também não. Mas como assim? Como que os números que usamos para contar coisas definidas não tem fim? Como o lugar que situamos não conheceremos o seu final? . São perguntas que não me calaram desde quando eu olhava para o céu e pensava que ele era tão grande, tão enorme. Maior até que a nossa imaginação, pois não conseguíamos nem se quer imaginar o seu fim.
 Em uma aula de filosofia surge então a conclusão para minha tese. Essas incógnitas fazem parte somente da nossa ignorância. Entre o número 1 e 2 existem infinitos números segundo Georg, como 1.1, 1.123... E assim eles  são divididos por frações cada vez menores, mas nunca com um final. Mas como? Se existem vários números  que o 1 pode ter antes do 2, então quando chega no número 2?
 Dizer que o universo não tem fim. afirmam isso, pois não conhecem o seu final. Mas sabem que uma hora acaba. Mas esse assunto é como a vida, não sabemos o seu final, mas sabemos que um dia todos morrem. Tudo tem fim!
 Por esses motivos óbvios eu afirmo a minha tese: "tudo tem fim!". Tudo é finito. O infinito é apenas o finito que o homem não conhece o seu final. Então por isso, não se iluda. Tudo acaba.

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