Senso Moral, Cultura e Consciência
Muitas das vezes tomamos conhecimento de movimentos nacionais ou internacionais de luta contra a fome, contra a Aids, entre outros. Ficamos sabendo que no Brasil e em outros países , milhares de pessoas morrem por serem vítimas do descaso para com o ser humano. Diante desse fato, ficamos indignados ou nem ao menos nos preocupamos, pois esses casos se tornaram muito comuns. Essas ações e reações desencadeadas formam o nosso Senso Comum.
O modo como agimos diante dos fatos é a relação estabelecida por todos, as vezes transformada em alguns pontos, mas não é o nosso conceito e sim a nossa Cultura. Achamos que é atentado ao pudor quando uma pessoa sai pelas ruas nu. Mas sabemos que isso é errado somente porque alguém nos informou. Uma criança de 3 anos não tem essa mesma conclusão. o motivo não é porque ela é ainda imatura ou porque não sabe distinguir o certo do errado, mas o motivo é pelo fato de que ninguém a informou sobre isso. Ela, quando crescer e conviver com as outras opiniões, logo estas serão adaptadas por ela. Com isso, forma a Cultura de uma sociedade.
O número de pessoas vai aumentando, devido a isso alguns pontos são discordados, surgindo ai outras opiniões, mas que serão seguidas por inúmeras pessoas igual as outras conclusões. E assim surgem as diversas culturas e com elas, surgem também as discórdias. essas discórdias são pontos sérios que muitas vezes envolvem vidas. para exemplificar, imagine um médico que está com um paciente ainda criança entre a vida e a morte. Sua salvação é somente uma transfusão de sangue. o médico informa a situação para a família da criança. após ter a comunicado, ele descobre que a família é de uma religião que não aprova a transfusão de sangue. Ele é informado que o conceito dessa família é que é preferível a morte a uma troca sanguínea. o que o médico faz? Respeita a cultura da família ou salva uma vida? Veja bem. Se ele respeitar a cultura da família, perde-se uma vida, mas ao mesmo tempo ele fez a coisa certa para aquela cultura. Ele desobedeceu o seu senso moral. Mas se ele, mesmo sem a permissão fez a transfusão, violentou o conceito da família salvando a vida, o que é mais importante para a cultura do médico, ou seja, ele colocou em prática o seu senso comum.
No momento, achamos que a atitude mais certa é de salvar a vida, mas esse conceito só temos porque convivemos com ele. È o mesmo modo de que a família conviveu com aquele conceito que julgamos o errado. Como saber qual é o certo? como saber a atitude mais adequada a ser tomada?
Nessas perguntas que de imediato não conhecemos suas devidas respostas entra aí a consciência. O que fazer? como a usar? Devemos primeiramente escutar e interpretar todos os pontos de todas as culturas e assim, as refletir, as trazer para dentro do nosso ser e nesse mesmo momento as esquecer de modo que só fiquem o que nos chamou mais a atenção, o que para nós realmente importa. Nesses pontos, refletimos mais e mais. Com esses atos, estamos formulando o senso comum de cada indivíduo e não mais o de todos. Não tentem enfiar essas opiniões na consciência das crianças, sem ao menos elas terem tempo de as entender, pois quando adultas irão simplesmente as aceitar alegando que toda vida foi assim e para que mudar? Como Monteiro Lobato dizia:" Somos governados por nós mesmos na idade madura, ora, mas como negar aquilo que um dia colocaram em mim sem pedir licença? Me disseram que brincar com o que não era meu era pecado e que o papai do céu não gostava, então fiquei com medo do papai da terra, e agora pedem que eu não seja mais assim?"
O modo como agimos diante dos fatos é a relação estabelecida por todos, as vezes transformada em alguns pontos, mas não é o nosso conceito e sim a nossa Cultura. Achamos que é atentado ao pudor quando uma pessoa sai pelas ruas nu. Mas sabemos que isso é errado somente porque alguém nos informou. Uma criança de 3 anos não tem essa mesma conclusão. o motivo não é porque ela é ainda imatura ou porque não sabe distinguir o certo do errado, mas o motivo é pelo fato de que ninguém a informou sobre isso. Ela, quando crescer e conviver com as outras opiniões, logo estas serão adaptadas por ela. Com isso, forma a Cultura de uma sociedade.
O número de pessoas vai aumentando, devido a isso alguns pontos são discordados, surgindo ai outras opiniões, mas que serão seguidas por inúmeras pessoas igual as outras conclusões. E assim surgem as diversas culturas e com elas, surgem também as discórdias. essas discórdias são pontos sérios que muitas vezes envolvem vidas. para exemplificar, imagine um médico que está com um paciente ainda criança entre a vida e a morte. Sua salvação é somente uma transfusão de sangue. o médico informa a situação para a família da criança. após ter a comunicado, ele descobre que a família é de uma religião que não aprova a transfusão de sangue. Ele é informado que o conceito dessa família é que é preferível a morte a uma troca sanguínea. o que o médico faz? Respeita a cultura da família ou salva uma vida? Veja bem. Se ele respeitar a cultura da família, perde-se uma vida, mas ao mesmo tempo ele fez a coisa certa para aquela cultura. Ele desobedeceu o seu senso moral. Mas se ele, mesmo sem a permissão fez a transfusão, violentou o conceito da família salvando a vida, o que é mais importante para a cultura do médico, ou seja, ele colocou em prática o seu senso comum.
No momento, achamos que a atitude mais certa é de salvar a vida, mas esse conceito só temos porque convivemos com ele. È o mesmo modo de que a família conviveu com aquele conceito que julgamos o errado. Como saber qual é o certo? como saber a atitude mais adequada a ser tomada?
Nessas perguntas que de imediato não conhecemos suas devidas respostas entra aí a consciência. O que fazer? como a usar? Devemos primeiramente escutar e interpretar todos os pontos de todas as culturas e assim, as refletir, as trazer para dentro do nosso ser e nesse mesmo momento as esquecer de modo que só fiquem o que nos chamou mais a atenção, o que para nós realmente importa. Nesses pontos, refletimos mais e mais. Com esses atos, estamos formulando o senso comum de cada indivíduo e não mais o de todos. Não tentem enfiar essas opiniões na consciência das crianças, sem ao menos elas terem tempo de as entender, pois quando adultas irão simplesmente as aceitar alegando que toda vida foi assim e para que mudar? Como Monteiro Lobato dizia:" Somos governados por nós mesmos na idade madura, ora, mas como negar aquilo que um dia colocaram em mim sem pedir licença? Me disseram que brincar com o que não era meu era pecado e que o papai do céu não gostava, então fiquei com medo do papai da terra, e agora pedem que eu não seja mais assim?"
0 comentários:
Postar um comentário